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O Bebê de Bridget Jones!

O Bebê de Bridget Jones (Bridget Jones’s Baby, 2016) continua a contar a história de Bridget (Renée Zellweger). Aos 43 anos de idade, ela se vê novamente na mesma incógnita amorosa de sempre, que dessa vez resultou em um bebê. A questão é que ela não sabe se o bebê é do Darcy (Colin Firth) ou de Jack (Patrick Dempsey).

Eu sei que a gente gostou do primeiro longa O Diário de Bridget Jones (2001), mas a verdade é que todos os outros filmes da sequência são péssimos. Esse último é muito ruim e eu não via a hora de acabar. Honestamente, eu gostava da Bridget porque ela era uma personagem que gerava simpatia e sintonia com cada telespectadora, mas na verdade ela nunca aceitou o próprio corpo, tem baixa auto-estima, nunca procurou correr atrás de uma carreira e a única coisa que ela procura como meta de vida é ser feliz ao lado de um homem. Eu sinto muito dizer isso, mas Bridget Jones não me representa como mulher e não deve ser vista como um modelo a ser seguido.

O filme conta com Colin Firth, Renée Zellweger, Emma Thompson, Patrick Dempsey e até o Ed Sheeran. Eles podem ter usado um bom time de atores e até um cantor em ascensão, mas nada disso foi suficiente para transformar o longa em algo bom.

A diretora foi Sharon Maguire, a mesma que dirigiu o primeiro filme da sequência, mas quem dirigiu Bridget Jones: No Limite da Razão (2004) foi Beeban Kidron. Como roteiristas temos Dan Mazer, Emma Thompson e Helen Fielding (que escreveu o livro O Diário de Bridget Jones).

Resumindo, o filme é péssimo, não percam seu precioso tempo com ele. A única coisa que tem de bom nesse longa é a trilha sonora, mas você pode procurar no Spotify.

Nota:

Desejo a todos qualquer outro filme e muita pipoca!

 

Passageiros!

Passageiros (Passengers, 2016) conta a história de Jim Preston (Chris Pratt) e Aurora Lane (Jennifer Lawrence), duas pessoas que acabam acordando da hibernação 90 anos antes da nave chegar ao destino final. Eles precisam lidar com essa situação, mas parece que a nave também possui sérios problemas. Será que eles vão conseguir achar uma solução para o caso?

A película é de 2016, mas só começou ao Brasil no início desse mês. Eu estava querendo assistir esse longa, pois esse tipo de tema me deixa bem animada. Honestamente, eu adoro filmes que mostram essa questão da sobrevivência em um lugar inóspito, como Interestelar Perdido em Marte. Eu gosto do desafio que o homem tem ao ser inserido em situações adversas e como ele tenta usar sua mente para sair do problema. Entretanto, Passageiros possui um roteiro bem raso e não tem comparação com os filmes de Christopher Nolan ou Ridley Scott. Não me entendam mal, eu gostei do longa, ele é interessante, engraçado, possui uma fotografia excelente e bons atores, mas não possui a profundidade que eu esperava.

Contamos com presença de Chris Pratt, Jennifer Lawrence, Michael Sheen, Laurence Fishburne e uma pitada de Andy Garcia. Esse time de atores foi muito bem escolhido. Eu estou muito feliz com a forma como Chris Pratt tem crescido nesses últimos anos. Eu lembro dele em Noivas em Guerra (2009) e de lá para cá tenho ficado muito animada com o seu desempenho nas telonas.

O diretor do longa é Morten Tyldum, que também dirigiu O Jogo da Imitação (2014). Como roteirista temos Jon Spaiths, que também trabalhou no roteiro de Prometheus  (2012) e Doutor Estranho (2016). 

Resumindo, o filme é bom, mas não é nada demais. Só vale a pena ir ao cinema por causa da fotografia, que fica melhor numa telona. Tirando isso, você pode esperar para assistir no conforto do seu sofá.

Nota:

Desejo a todos um bom filme e muita pipoca!

Carol!

Carol (2015) conta a história da jovem Therese Belivet (Rooney Mara), que acaba tendo um relacionamento com Carol Aird (Cate Blanchett), uma mulher mais velha, que possui uma filha e está prestes a se divorciar.

Eu estava animada para ver esse longa e confesso que fiquei bem decepcionada. Talvez eu tenha criado muita expectativa, só que o filme não foi nada disso. Não sei se o problema foi porque a história se passava nos anos 50 e efetivamente um relacionamento homoafetivo deveria ser bem mais díficil nessa época. Só que a história ficou se arrastando e eu não consegui ter qualquer empatia com as personagens.

Contamos com a presença de Cate Blanchett, Rooney Mara, Kyle Chandler e Sara Paulson. Eu acho que Chandler e Paulson não são bons atores e sempre vão ficar em segundo plano em qualquer trama que eles forem incluídos. No caso de Blanchett e Mara, eu acredito que elas possuem um grande talento, no entanto, eu não vi esse potencial todo no filme em questão. Elas possuem filmes bem melhores em seus currículos cinematográficos.

O diretor do longa é Todd Haynes, que também dirigiu Não Estou Lá (2007) e Longe do Paraíso (2002). Como roteiristas temos  Phyllis Nagy e Patricia Highsmith (autora de The Prince of Salt, livro em que a película se baseou) .

Resumindo, o filme é razoável e só isso. Ele pode ter sido nomeado ao Oscar 2016 e pode ter levado muitos outros prêmios, no entanto, a frieza e a falta de química entre os personagens transformou o longa em algo sem sentimento. Talvez o livro seja melhor.

Obs: Sabe um filme que eu gostei, que trata dessa temática homoafetiva? Azul é a Cor mais Quente. Ele não é bom porque trabalha mais a questão sexual, ele é bom porque no filme as personagens possuem uma química impressionante e o relacionamento das duas vai amadurecendo ao longo dos anos. Eu adorei.

Nota:star_rating_fullstar_rating_halfstar_rating_emptystar_rating_emptystar_rating_empty

Desejo a todos um outro filme e muita pipoca!!!!

 

Como Eu Era Antes de Você!!!!!

Como Eu Era Antes de Você (Me Before You, 2016) conta a história de Lou Clark (Emile Clarke) uma menina que resolve pegar o emprego para cuidar de Will Traynor (Sam Caflin), que ficou tetraplégico devido a um grave acidente.

Esse filme está sendo anunciado há meses e quando vi o cartaz pela primeira vez eu não fazia a menor ideia que película era aquela e que era baseado em um best seller. Então, resolvi pegar o livro para ler antes do longa sair. O livro é excelente, Jojo Moyes fez algo envolvente, engraçado, cheio de romance e de lágrimas. Acho que o livro fez sucesso porque conseguimos nos identificar com a personagem principal, ela é baixinha e desajeitada, como eu e a maioria das mulheres.

Confesso que estava bem ansiosa para ver o longa e pelo visto todas as meninas da região também estavam animadas demais, porque o cinema estava extremamente lotado para uma segunda feira. Fui sozinha ver a sessão porque meu marido não ficou empolgado para assistir e eu o entendo perfeitamente. Uma pipoca média e um refri era tudo que eu precisava. Para ser bem sincera, o longa foi bom, não decepcionou, foi fiel ao livro, mas com certeza entrou naquela linha dos filmes que não são tão bons quanto suas respectivas obras literárias.

Eu acho que todos os atores trabalharam muito bem e acredito que Emile Clarke e Sam Caflin foram muito bem escolhidos para os papéis de Lou e Will. Venho acompanhando a carreira de Sam Caflin, desde a sequência de Jogos Vorazes, passando pelo filme Simplesmente Acontece. E Emile Clarke aparece irreconhecível sem seus cabelos loiros quase brancos de Daenerys Targaryen da série Game of Thrones. Gostei muito de ver Brandon Coyle, que fez o papel de John Bates na série Downton Abbey e Matthew Lewis, nosso querido Neville Longbottom da sequência de filmes do Harry Potter.

A diretora do longa é Thea Sharrock. O filme é inspirado no livro homônimo de Jojo Moyes, que também trabalhou como roteirista.

Resumindo, o filme é bom e não decepciona, pois ele foi bem fiel ao livro. Ele foi tão fiel que eu tive a sensação de que o estava assistindo pela segunda vez. No entanto, eu o achei muito curto para que ocorresse uma verdadeira conexão com os personagens, diferente do que ocorre quando se lê a obra.

Nota:star_rating_fullstar_rating_fullstar_rating_fullstar_rating_emptystar_rating_empty

Desejo a todos um bom filme e muita pipoca!!!!

 

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