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X-MEN : APOCALIPSE!!!!

X-Men: Apocalipse (X-Men: Apocalyse, 2016) continua a contar a história do desenvolvimento de cada integrante do grupo, ou seja, mostra todos os pontos importantes que fizeram com que eles se tornassem os X-Men que conhecemos desde a nossa infância. No filme em questão, temos a aparição do En Sabah Nuh/Apocalipse (Oscar Isaac), uma entidade do Antigo Egito, que teria sido o primeiro mutante e é dele que teria se originado dos os outros. Apocalipse ressurge em um mundo controlado por humanos e não pelos mutantes, sendo assim, ele resolve reestruturar todo o planeta Terra.

Não sei se vocês perceberam, mas ultimamente a maioria dos filmes que estão sendo lançados são da Marvel e da DC Comics. Então, embora esse fato deixe todos os nerds em êxtase, em contrapartida isso acaba me repelindo de ir ao cinema, porque eu não sou fã de super heróis e nunca li nenhum das histórias em HQ. Resumindo, eu tenho que ser honestas com vocês, não posso escrever com profundidade sobre o assunto porque eu sou leiga no negócio. Eu tenho a sensação que toda hora surge um super herói novo, só que descubro que ele é antigo pra caramba e que tem toda uma história absurda ligando todos em uma sociedade de super heróis que defendem a humanidade. Pode ser que esse problema aconteça só comigo, mas eu fico louca com toda essa confusão.

Você pode estar se perguntando: Cadê o post sobre Batman vs. Superman e Guerra Civil? Pois é, pode procurar a vontade no site, porque eu não escrevi nada sobre os longas, pelo simples fato de que eu não os vi. Eu não me animo pra ir ao cinema ver esses filmes, ao contrário do meu marido que foi ver sem mim. Então, eu não posso falar de um filme que eu não vi, porque estaria enganando vocês, no entanto, meu marido adorou Guerra Civil e achou um saco o Batman vs. Superman, fica a dica.

Voltando para o resenha sobre o novo filme do X-Men, na visão de uma leiga no assunto, eu achei o longa muito bom. As cenas de ação são muito boas, a fotografia do filme ficou espetacular, a comédia foi adicionada na medida e a interligação dos fatos numa linha histórica tá super bem conduzida. Tipo, você sai do cinema falando: “Ah então fulano é assim, porque aconteceu isso no passado”. Entendeu? A história está bem amarrada.

A atuação de todos os atores foram ótimas. James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence e Nicholas Hoult trabalharam muito bem, mas eu destacaria a atuação de Oscar Isaac como Apocalipse. Eu passei o filme inteiro pensando: “Quem é esse ator que fez o Apocalipse!?” Só agora que eu vi o perfil do Oscar Isaac no IMDB e é engraçado, porque nem parece que é ele no X-Men. Isaac fez o Poe Damaron no Star Wars: O Despertar da Força.

O diretor do longa é Bryan Singer, que dirigiu a maioria dos filmes da sequência dos X-Men, bem como Operação Valquíria (2008) e Os Suspeitos (1995). Os roteiristas do longa foram Simon Kinberg, Michael Dougherty, Dan Harris e o próprio Bryan Singer.

Resumindo, se você não quis ler tudo o que eu escrevi e pulou direto para essa parte, eu só digo uma coisa, vale a pena você gastar o seu dinheiro e ir ao cinema para assistir esse longa. Eu vi no Cinemark (em 3D), eu acho que se eu tivesse visto em 2D não teria feito muita diferença. Eu, sinceramente, não sei como funciona o esquema dos filmes 3D, se ele pode variar de cinema pra cinema, mas se na sua cidade tiver uma sala absurda, talvez seja legal você ver o X-Men em 3D. Então galera, vale a pena ver o longa!

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Desejo a todos um bom filme e muita pipoca!!!!!!

 

A 5ª Onda!

 

A 5ª Onda ( The 5th Wave, 2016) conta a história de uma invasão alienígena que a Terra sofre e esse ataque vem em ondas, como praga, tsunami, entre outros. Agora Cassie Sullivan (Chloë Grace Moretz) precisa sobreviver a isso tudo e achar seu irmão menor, que acabou se perdendo no meio da confusão.

Eu vi esse filme no dia em que eu fui assistir Deadpool com meu marido. Como compramos uma sessão mais tarde, sobrou um espacinho de tempo, sendo assim, encaixamos A 5ª Onda. Pois é, esse filme é uma droga e fico surpresa por ter vários roteiristas e mesmo assim ser tão ruim. O trailer do filme é muito bom, mas o longa em si é um romance adolescente daqueles mais banais possíveis, com um roteiro tão pobre, que eu tive que rir. Eu simplesmente não acreditei no que eu estava vendo. Sabe Crepúsculo, 50 tons de cinza, esses romances que fizeram sucesso? Eles devem ter se perguntado, “Então, o que vamos colocar nesse novo filme?” Ai alguém gritou “Duendes”, outro disse ” Smurfs”, mas o vencedor foi quem gritou como sugestão “Alienígenas”. Então, A 5ª Onda é um filme tipo crepúsculo, só que ao invés de vampiros, tem extraterrestres, uma protagonista burra que morreria no primeiro dia de Largados e Pelados (mas com o cabelo sempre impecável e as unhas feitas) e uma trama fácil de descobrir nos primeiros 20 minutos.

Sabe porque esse filme andava lotado? Porque os casais desavisados queriam comprar o ingresso de Deadpool na hora, como todos estavam esgotados só sobrava mesmo A 5ª Onda. Meus parabéns, uma tirada de gênio isso. Ganhar dinheiro em cima do sucesso e lotação do filme alheio, genial!

No caso da atuação, apenas Liev Schreiber se salva, ele parece que foi tirado de um filme de verdade e colocado ali por engano. Até consigo imaginar ele vestido de John Travolta confuso. “Oi? Pera ai, como vim parar nesse filme, não estava em X-Men?”.

O diretor do longa é J Blakeson. Como roteiristas temos Susannah Grant, Akiva Goldsman e Jeff Pinkner. Como curiosidade, o longa é baseado no livro homônimo escrito por Rick Yancey, que também participou do roteiro.

Resumindo, o filme é muito ruim, não vale perder seu tempo e dinheiro indo ao cinema ver esse desastre.

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Desejo a todos QUALQUER outro filme e muita pipoca!!!!

 

Star Wars: O Despertar da Força!!!!

Star Wars: O Despertar da Força (Star Wars: Episode VII – The Force Awakens, 2015) tem como foco principal a Primeira Ordem, nova ameaça que surgiu décadas após a queda de Darth Vader. Essa organização liderada por Kylo Ren (Andy Driver), Líder Supremo Snoke (Andy Serkis) e General Hux (Domhnall Gleeson) quer o mapa que os conduz até Luke Skywalker (Mark Hamill). No entanto, a resistência consegue escondê-lo no robô BB-8, que é encontrado por Rey (Daisy Ridley), uma catadora de destroços de naves velhas e por Finn (John Boyega), um stormtrooper que traiu a Primeira Ordem em busca de seus ideais. Agora eles estão na mira da Organização mais sombria de todo o universo, será que vão conseguir escapar?

Eu vou ser muito sincera com todos vocês, eu já vi todos os filmes da saga Star Wars e reconheço que todos eles foram feitos com maestria e possuem uma temática que atraiu milhões e milhões de fãs. Eu os vejo como uma obra incrível e muito bem desenvolvida, mas eu vou ser completamente honesta com vocês, os filmes não me agradam e são um enorme teste de paciência, porque, particularmente, conflitos intergalácticos não me cativam. Nessa mesma corrente temos Star Trek, que embora tenha uma história completamente diferente, ele não me causa furor, porque essa vertente de exploração do universo não me atrai. Quando eu penso em outras galáxias, eu me remeteria a longas como Interestelar e Perdido em Marte, que tratam indiretamente da sobrevivência do ser humano em relação as adversidades que são encontradas a medida que um pedaço novo do universo se revela.

A questão é, que o fato dos longas não me cativarem, não atrapalha o juízo de valor que eu devo ter na hora da análise. Gostar ou não de um filme não pode interferir no trabalho realizado, sendo assim, Star Wars: O Despertar da Força é sim um grande filme.  No entanto, sabe o que mais me irrita, é o fato das pessoas que não acompanham a saga ou não se importam com ela, irem ao cinema para ver o longa só porque ele está em destaque na mídia. É claro que isso gera mais dinheiro, mas isso deturpa totalmente o sentido e o sentimento por trás de cada cena. Apenas os verdadeiros fãs puderam sentir a nostalgia, a alegria, a dor e o desespero por traz de cada personagem. Então, por favor, entenda e respeite o longa, você não deve ir ao cinema pensando que vai ver mais um filme qualquer e sim que você vai vivenciar um momento da história cinematográfica, em que uma saga incrível inspirou as mais diversas pessoas ao longo de todo o globo terrestre.

Como elenco temos a presença de Harrison Ford, Carrie Fisher e Mark Hamill. No entanto, quem se destacou foi Dasy Ridley e John Boyega com uma incrível atuação, trazendo leveza e graça ao longa. Agora, embora eu entenda a escolha de Adam Driver para fazer o papel de Kylo Ren, eu acho que ele não combinou nem um pouco com o personagem. Eu já venho acompanhando a trajetória dele desde a série Girls e eu acho que, infelizmente, outro ator poderia apresentar a juventude e o amadurecimento que esse e outras sequências estão tentando propor.

O diretor do longa é J.J. Abrams, que já dirigiu filmes como Além da Escuridão – Star Trek, Super 8, Star Trek (2009), Missão Impossível 3 e alguns episódios de séries como Alias: Codinome Perigo, Lost e Felicity. Abrams trabalhou mais como produtor de séries como Fringe, Alcatraz  e longas como Missão Impossível: Protocolo Fantasma e Eternamente Jovem.

Como roteiristas temos Lawrence Kadan, J.J. Abrams, Michael Arndt e George Lucas(já que os personagens foram criações dele).

Resumindo, eu respeito a grandiosidade do filme e entendo o seu significado dentro da história cinematográfica, como disse alguns parágrafos acima. No entanto, o tema não me agrada, eu não consigo ver Star Wars com o amor que os fãs possuem (como meu marido). No entanto, minha nota se baseia na atuação dos atores, na fotografia, na trilha sonora, nos efeitos especiais e principalmente na nostalgia que eu senti, pois já havia assistido todos os filmes da saga e é emocionante reencontrar personagens tão emblemáticos. Entretanto, Star Wars ainda não conseguiu despertar a minha força interior.

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Desejo a todos um ótimo filme e muita pipoca!!!!

 

Pixels!

Pixels (2015) conta a história de Sam Brenner (Adam Sandler), um homem simples, que precisa usar toda a sua habilidade em jogos dos anos 80 para salvar a Terra de um ataque alienígena.

O que falar sobre esse filme? Eu realmente não esperava muito dele e ele atendeu as minhas expectativas. O diretor do longa é bom como vocês vão ver mais abaixo, mas o roteiro foi fraco demais. Deixa eu explicar melhor: eles pegaram uma história simples, um roteiro simples e introduziram a temática dos jogos dos anos 80. Isso pode ter gerado uma certa nostalgia, porque você vê rolando na tela os videogames que marcaram uma época, no entanto o filme em si não é muito bom. Adam Sandler ainda consegue tirar algumas risadas do público, mas, sinceramente, eu acho que ele já deu o que tinha que dar, ele é engraçado, mas nunca foi um bom ator e os últimos filmes dele foram péssimos.

Como elenco nós temos Adam Sandler, Michelle Monaghan, Kevin James, Peter Dinklage, Sean Bean, Josh Gad, Brian Cox e Dan Aykroyd. Pra mim, quem mais se destacou no longa foi o ator Josh Gad, pois teve uma boa interpretação e conseguiu se destacar nas melhores cenas. Um fato curioso é que o criador do Pac Man fez uma participação no filme, no entanto ele não era o Professor Iwatani, quem fez esse papel foi o ator Denis Akiyama, o criador do Pac Man estava escondido em algum cantinho que eu não vi.

O diretor do longa é Chris Columbus, que possui em seu currículo filmes impressionantes como os dois primeiros filmes da sequência de Esqueceram de Mim, Uma Babá Quase Perfeita, O Homem Bicentenário, Lado a Lado, os dois primeiros filmes da saga Harry Potter e Percy Jackson e o Ladrão de Raios. E ele ainda trabalhou como roteirista de Goonies.

Resumindo, o filme diverte em alguns momentos, no entanto a história em si é bem fraca. O longa não é ruim, mas você poderia gastar seu tempo vendo outros bem mais interessantes.

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Desejo a todos um outro filme e muita pipoca.

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