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Garotas Inocentes!!!!

Garotas Inocentes (Very Good Girls, 2013) conta a história de  Lilly (Dakota Fanning) e Gerri (Elizabeth Olsen), duas amigas que resolvem fazer uma pacto de perderem a virgindade durante o verão. No entanto, elas acabam se apaixonando por David (Boyd Holbrook). Será que isso irá abalar a amizade das duas?

Vou ser honesta com vocês, eu já não tenho muito paciência para esse tipo de filme adolescente e água com açúcar, mas eu confesso que esse me surpreendeu. É um longa com um bom elenco e uma história envolvente. Pode ser que você não goste desse tipo de tema, mas com certeza vale a pena dar uma chance. Eu confesso que os olhos marejaram em algumas cenas, mas tentei ser forte.

Contamos com a presença de um time muito bom: Dakota Fanning, Elizabeth Olsen (Vingadores: Era de Ultron), Demi Moore, Richard Dreyfuss, Boyd Holbrook (Narcos, Logan), Ellen Barkin, Clark Gregg (Os Vingadores) e Peter Sarsgaard.

A diretora e roteirista do longa é Naomi Foner. Garotas Inocentes foi seu primeiro trabalho como diretora, pois a maioria da sua atuação foi como roteirista e produtora.

Resumindo, esse é um filme bom e emocionante. Eu gostei bastante e com certeza vale a pena dar uma conferida.

Nota:

 

O Bebê de Bridget Jones!

O Bebê de Bridget Jones (Bridget Jones’s Baby, 2016) continua a contar a história de Bridget (Renée Zellweger). Aos 43 anos de idade, ela se vê novamente na mesma incógnita amorosa de sempre, que dessa vez resultou em um bebê. A questão é que ela não sabe se o bebê é do Darcy (Colin Firth) ou de Jack (Patrick Dempsey).

Eu sei que a gente gostou do primeiro longa O Diário de Bridget Jones (2001), mas a verdade é que todos os outros filmes da sequência são péssimos. Esse último é muito ruim e eu não via a hora de acabar. Honestamente, eu gostava da Bridget porque ela era uma personagem que gerava simpatia e sintonia com cada telespectadora, mas na verdade ela nunca aceitou o próprio corpo, tem baixa auto-estima, nunca procurou correr atrás de uma carreira e a única coisa que ela procura como meta de vida é ser feliz ao lado de um homem. Eu sinto muito dizer isso, mas Bridget Jones não me representa como mulher e não deve ser vista como um modelo a ser seguido.

O filme conta com Colin Firth, Renée Zellweger, Emma Thompson, Patrick Dempsey e até o Ed Sheeran. Eles podem ter usado um bom time de atores e até um cantor em ascensão, mas nada disso foi suficiente para transformar o longa em algo bom.

A diretora foi Sharon Maguire, a mesma que dirigiu o primeiro filme da sequência, mas quem dirigiu Bridget Jones: No Limite da Razão (2004) foi Beeban Kidron. Como roteiristas temos Dan Mazer, Emma Thompson e Helen Fielding (que escreveu o livro O Diário de Bridget Jones).

Resumindo, o filme é péssimo, não percam seu precioso tempo com ele. A única coisa que tem de bom nesse longa é a trilha sonora, mas você pode procurar no Spotify.

Nota:

Desejo a todos qualquer outro filme e muita pipoca!

 

Passageiros!

Passageiros (Passengers, 2016) conta a história de Jim Preston (Chris Pratt) e Aurora Lane (Jennifer Lawrence), duas pessoas que acabam acordando da hibernação 90 anos antes da nave chegar ao destino final. Eles precisam lidar com essa situação, mas parece que a nave também possui sérios problemas. Será que eles vão conseguir achar uma solução para o caso?

A película é de 2016, mas só começou ao Brasil no início desse mês. Eu estava querendo assistir esse longa, pois esse tipo de tema me deixa bem animada. Honestamente, eu adoro filmes que mostram essa questão da sobrevivência em um lugar inóspito, como Interestelar Perdido em Marte. Eu gosto do desafio que o homem tem ao ser inserido em situações adversas e como ele tenta usar sua mente para sair do problema. Entretanto, Passageiros possui um roteiro bem raso e não tem comparação com os filmes de Christopher Nolan ou Ridley Scott. Não me entendam mal, eu gostei do longa, ele é interessante, engraçado, possui uma fotografia excelente e bons atores, mas não possui a profundidade que eu esperava.

Contamos com presença de Chris Pratt, Jennifer Lawrence, Michael Sheen, Laurence Fishburne e uma pitada de Andy Garcia. Esse time de atores foi muito bem escolhido. Eu estou muito feliz com a forma como Chris Pratt tem crescido nesses últimos anos. Eu lembro dele em Noivas em Guerra (2009) e de lá para cá tenho ficado muito animada com o seu desempenho nas telonas.

O diretor do longa é Morten Tyldum, que também dirigiu O Jogo da Imitação (2014). Como roteirista temos Jon Spaiths, que também trabalhou no roteiro de Prometheus  (2012) e Doutor Estranho (2016). 

Resumindo, o filme é bom, mas não é nada demais. Só vale a pena ir ao cinema por causa da fotografia, que fica melhor numa telona. Tirando isso, você pode esperar para assistir no conforto do seu sofá.

Nota:

Desejo a todos um bom filme e muita pipoca!

Carol!

Carol (2015) conta a história da jovem Therese Belivet (Rooney Mara), que acaba tendo um relacionamento com Carol Aird (Cate Blanchett), uma mulher mais velha, que possui uma filha e está prestes a se divorciar.

Eu estava animada para ver esse longa e confesso que fiquei bem decepcionada. Talvez eu tenha criado muita expectativa, só que o filme não foi nada disso. Não sei se o problema foi porque a história se passava nos anos 50 e efetivamente um relacionamento homoafetivo deveria ser bem mais díficil nessa época. Só que a história ficou se arrastando e eu não consegui ter qualquer empatia com as personagens.

Contamos com a presença de Cate Blanchett, Rooney Mara, Kyle Chandler e Sara Paulson. Eu acho que Chandler e Paulson não são bons atores e sempre vão ficar em segundo plano em qualquer trama que eles forem incluídos. No caso de Blanchett e Mara, eu acredito que elas possuem um grande talento, no entanto, eu não vi esse potencial todo no filme em questão. Elas possuem filmes bem melhores em seus currículos cinematográficos.

O diretor do longa é Todd Haynes, que também dirigiu Não Estou Lá (2007) e Longe do Paraíso (2002). Como roteiristas temos  Phyllis Nagy e Patricia Highsmith (autora de The Prince of Salt, livro em que a película se baseou) .

Resumindo, o filme é razoável e só isso. Ele pode ter sido nomeado ao Oscar 2016 e pode ter levado muitos outros prêmios, no entanto, a frieza e a falta de química entre os personagens transformou o longa em algo sem sentimento. Talvez o livro seja melhor.

Obs: Sabe um filme que eu gostei, que trata dessa temática homoafetiva? Azul é a Cor mais Quente. Ele não é bom porque trabalha mais a questão sexual, ele é bom porque no filme as personagens possuem uma química impressionante e o relacionamento das duas vai amadurecendo ao longo dos anos. Eu adorei.

Nota:star_rating_fullstar_rating_halfstar_rating_emptystar_rating_emptystar_rating_empty

Desejo a todos um outro filme e muita pipoca!!!!

 

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