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Guardiões da Galáxia Vol. 2

Guardiões da Galáxia Vol.2 (Guardians of the Galaxy Vol. 2, 2017) é a continuação da história do Peter Quill (Chris Pratt) pelo universo. Ele e sua tripulação entram em mais uma confusão, só que dessa vez eles acabam encontrando o pai de Quill.

Eu assisti esse filme na estreia junto com o meu marido, só que eu acabei ficando um pouco afastada do site, por isso a demora para postar sobre ele. Olha, o longa é muito bom e vale a pena se deslocar até o cinema e pagar aquela fortuna para assistí-lo. A história é muito engraçada, cheia de ação e de cenas memoráveis. Aliás, a trilha sonora é incrível. Eu não sou uma pessoa que gosta muito dos personagens da Marvel ou da DC, mas o Peter Quill foge do retrato convencional de um herói e mostra um cara confuso e enrolado, o que deixa tudo mais leve e divertido.

Contamos com a presença de Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista, Michael Rooker (da série The Walking Dead), Sylvester Stallone, Kurt Russel, Sean Gunn (da Série Gilmore Girls), Vin Diesel (Groot) e Bradley Cooper (Rocket). Todos trabalharam incrivelmente bem e eu confesso que o Chris Pratt vem me surpreendendo positivamente desde Noivas em Guerra (2009)

O diretor e o roteirista principal do longa é James Gunn, que também dirigiu o primeiro Guardiões da Galáxia (2014). O filme é baseado em uma HQ da Marvel e por isso muitas outras pessoas são responsáveis pelo roteiro, incluindo Stan Lee, um dos criadores do personagem Groot.

Resumindo, o filme é muito bom e engraçado. Vale a pena ir ao cinema para assistir esse longa.

Nota:

Desejo a todos um bom filme e muita pipoca!!!!

Obs: Existe uma playlist específica do filme no Spotify, mas você também pode encontrar as músicas na playlist no Náufragos de Sofá.

GirlBoss!!!!

 

GirlBoss (2017- ) conta a história de Sophia (Britt Robinson), uma mulher de 22 anos que não sabia que rumo dar a própria vida. Ela estava sem dinheiro, cometendo pequenos furtos e pegando comida em lixeiras até que uma ideia surgiu em sua mente: vender peças de roupa vintage pelo eBay.

Há pouco tempo me indicaram o livro GirlBoss (sobre a vida de Sophia Amoruso, fundadora do site Nasty Gal), mas eu não me senti nem um pouco tentada a ler. Confesso que minha visão mudou e eu achei a história bem inspiradora, pois ela busca mostrar que você não deve desistir de seus sonhos independente das dificuldades que possua pelo caminho. Valeu a pena dar uma olhada nessa série, que é bem divertida e com uma trilha sonora muito boa. Com certeza eu vou buscar o livro para ler.

Contamos com a presença de Britt Robinson, Ellie Reed e Dean Norris (Hank Schrader da série Breaking Bad). As duas atrizes principais são carismáticas, engraçadas e atuaram muito bem.

O criador da série é Kay Cannon, que já trabalhou nos filmes A Escolha Perfeita (2012), A Escolha Perfeita 2 (2015) e em séries como 30 Rock(2007-2012) e New Girl (2012-2014). Como curiosidade temos a atriz Charlize Theron como uma das Produtoras Executivas.

Resumindo, a série é boa, leve, divertida e inspiradora. Vale a pena sentar no sofá para ver numa tacada só.

Nota:

Desejo a todos uma boa série e muita pipoca!!!!!!

 

 

Santa Clarita Diet!

Santa Clarita Diet (2017- ) conta a história de Sheila Hammond (Drew Berrymore), que inexplicavelmente acaba se transformando em uma morta-viva. Sendo assim, seu marido Joel (Timothy Olyphant) e sua filha Abby (Liv Hewson) tentam ajudá-la a enfrentar essa situação.

A verdade é que a série é bem fraca e apenas serve como distração. Você pode assistir se não estiver passando outra coisa melhor na televisão. A trama é diferente do que encontramos em uma série de zumbis, mas nem isso e nem os bons atores conseguem dar um sopro de vida a essa história chata. Até o final da temporada você não vai descobrir porque a protagonista se tornou uma morta-viva e não existe tempo ocioso suficiente que me faça ver outra temporada para descobrir.

A série possui bastante sangue e pedaços de corpos, no entanto, não chega a ser um Quentin Tarantino ( Que seria um produtor bem melhor!). De qualquer forma, a série pode causar certo desconforto, pois ver uma pessoa mastigando pedaços de outra pode gerar uma pequena aflição e nada mais.

Contamos com a presença de Drew Berrymore, Timothy Olyphant, Liv Hewson e Richard T. Jones. No entanto, apenas Liv Hewson me surpreendeu positivamente, pois ela parece uma mistura de Emma Stone e Jane Levy, tanto pela beleza como pela interpretação. Espero ver outros trabalhos de Hewson.

O criador é Victor Fresco, que já produziu séries como My Name is Earl (2005-2009) e Man Up (2011-2012).

Resumindo, a série é bem fraca, mas vale a pena como distração.

Nota:

Desejo a todos um outra série e muita pipoca!

 

O Bebê de Bridget Jones!

O Bebê de Bridget Jones (Bridget Jones’s Baby, 2016) continua a contar a história de Bridget (Renée Zellweger). Aos 43 anos de idade, ela se vê novamente na mesma incógnita amorosa de sempre, que dessa vez resultou em um bebê. A questão é que ela não sabe se o bebê é do Darcy (Colin Firth) ou de Jack (Patrick Dempsey).

Eu sei que a gente gostou do primeiro longa O Diário de Bridget Jones (2001), mas a verdade é que todos os outros filmes da sequência são péssimos. Esse último é muito ruim e eu não via a hora de acabar. Honestamente, eu gostava da Bridget porque ela era uma personagem que gerava simpatia e sintonia com cada telespectadora, mas na verdade ela nunca aceitou o próprio corpo, tem baixa auto-estima, nunca procurou correr atrás de uma carreira e a única coisa que ela procura como meta de vida é ser feliz ao lado de um homem. Eu sinto muito dizer isso, mas Bridget Jones não me representa como mulher e não deve ser vista como um modelo a ser seguido.

O filme conta com Colin Firth, Renée Zellweger, Emma Thompson, Patrick Dempsey e até o Ed Sheeran. Eles podem ter usado um bom time de atores e até um cantor em ascensão, mas nada disso foi suficiente para transformar o longa em algo bom.

A diretora foi Sharon Maguire, a mesma que dirigiu o primeiro filme da sequência, mas quem dirigiu Bridget Jones: No Limite da Razão (2004) foi Beeban Kidron. Como roteiristas temos Dan Mazer, Emma Thompson e Helen Fielding (que escreveu o livro O Diário de Bridget Jones).

Resumindo, o filme é péssimo, não percam seu precioso tempo com ele. A única coisa que tem de bom nesse longa é a trilha sonora, mas você pode procurar no Spotify.

Nota:

Desejo a todos qualquer outro filme e muita pipoca!

 

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