Joy: O Nome do Sucesso!!!!

Joy: O Nome do Sucesso (Joy,2015) conta a história de Joy Mangano (Jennifer Lawrence), que tenta a todo custo lutar contra as adversidades da vida para colocar no mercado um de seus inventos.

Vou ser sincera com vocês, eu fui ver esse filme porque ele estava concorrendo ao Oscar 2016, só que eu não sabia nada sobre o tema, apenas que era com a Jennifer Lawrence, Bradley Cooper e Robert De Niro. A primeira coisa que passou pela minha mente foi a mesma que deve ter passado pela cabeça de muita gente: Lawrence e Cooper de novo???? O que gerou certa dúvida de que o filme seria bom, porque, honestamente, eu achei o filme O Lado Bom da Vida (2012) fraco o suficiente para um Oscar e o longa Trapaça (2013) confuso e cansativo o suficiente para ser nomeado a algum prêmio. Eu acho que não existe um momento certo para alguém ganhar um Oscar e também não acho que esse prêmio determine alguma coisa, mas Lawrence, a meu ver, não deveria ter ganho qualquer estatueta pelo O Lado Bom da Vida, no entanto, talvez ela mereça pelo longa Joy.

O longa Joy traz uma atriz mais amadurecida, que consegue ultrapassar os laços da simples beleza, para a de uma atriz com talento. Ela conseguiu brilhar mesmo estando ao lado de grandes nomes como Robert De Niro e Isabella Rosselline. O filme é muito inspirador e consegue trazer toques de humor e drama, sem se tornar chato ou carregado, ou seja, tanto o roteiro como a direção seguiram a receita do bolo direitinho, sem faltar nenhum ingrediente. O que me impressionou é que o filme é baseado em fatos reais, o que normalmente já limita bastante a história em si, no entanto, Joy consegue trazer aquele sentimento gostoso que às vezes só em filmes de ficção é possível.

Além dos atores já mencionados, ainda contamos com a presença da atriz Dascha Polanco, nossa querida Dyanara Dias da série Orange is The New Black. (Ela está bem mais magra no filme!)

O diretor do longa é David O. Russel, que além dos dois filmes mencionados no segundo parágrafo, ele ainda dirigiu Três Reis (1999) e O Vencedor (2010). Como roteiristas temos de novo David O. Russel, mas a novidade é a participação de Annie Mumolo. Esta última também foi roteirista do filme Missão Madrinha de Casamento (2011), que no fundo eu achei divertido. (É engraçado porque é aquela sensação de ir ao mesmo restaurante, provar o mesmo prato que não agradou muito da outra vez e perguntar o que o chefe mudou, porque ficou muito bom. E descobrir que a Sous Chef Annie Mumolo deu um toque todo novo ao prato. É essa sensação que eu tenho com Joy, ele é um prato do mesmo Chef, mas que está com um toque novo e mais saboroso).

Resumindo, eu gostei do filme, ele é muito bom e inspirador, vale a pena sair de casa ou do trabalho direito para o cinema.

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Desejo a todos um bom filme e muita pipoca!

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