Arquivo para 26 de agosto de 2015

Missão Impossível: Nação Secreta

Missão Impossível: Nação Secreta (Mission: Impossible – Rogue Nation, 2015) conta novamente a história de Ethan Hunt (Tom Cruise), que descobre que uma agência secreta chamado Sindicado não é apenas puro boato, ela existe e quer acabar com a IMF. Hunt precisará de todo o apoio possível para enfrentar essa ameaça invisível e poderosa.

Como sempre, fui ver esse filme após o expediente, mas um bom restaurante e uma boa bebida sempre conseguem apagar da mente um dia longo de trabalho. Com isso já fui criando o clima para ir ao cinema e dessa vez tinham pipoca doce, que foi a sobremesa da noite. Meu marido me acompanhou nessa “aventura”, e eu sei que ele me ama demais, primeiro porque ele não gosta tanto de filmes como eu e começo a imaginar como foi difícil abandonar o novo filho dele, o Xbox One que eu dei de aniversário, ele está num grude só com o pequeno.

O filme conta novamente com a presença de Tom Cruise, não que ele esteja banal no papel, eu acredito que esse personagem caiu como uma luva nele e seria difícil dissociar a figura de Hunt com a de Cruise. Ele é um bom ator, mas parece que ele sempre faz o mesmo papel, com as mesmas características, o mesmo humor e a mesma cara. O único filme que eu achei o trabalho dele bem diferente foi Entrevista com o Vampiro. Segundo o site IMDB, já está anunciado Missão Impossível 6, Top Gun 2 e Jack Reacher 2. (É impressionante como ele adora trabalhar em filmes blockbuster, um desafio as vezes seria bem vindo em sua carreira).

Contamos ainda com a presença de Alec Baldwin, Jeremy Renner, Simon Pegg, Rebecca Ferguson, Ving Rhames, Sean Harris e Tom Hollander.

O diretor do longa é o Christopher McQuarrie, que também já dirigiu os filmes Jack Reacher – O Último Tiro e À Sangue Frio. McQuarrie tem um currículo cinematográfico maior quando passamos a analisar sua atuação como roteirista, trabalhando em filmes como No Limite do Amanhã, Operação Valquíria e Os Suspeitos(1995).

Resumindo, o longa é um excelente filme de ação, com toda aquela adrenalina e os mais variados artigos tecnológicos.  Vale a pena ir ao cinema assistir e só para constar, não há nada depois dos créditos.

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Desejo a todos um bom filme e muita pipoca!

A Espiã que Sabia de Menos!

A Espiã que Sabia de Menos (Spy, 2015) conta a história de Susan Cooper (Melissa Mc Carthy) uma mulher que trabalha na CIA, ela ajuda os grandes agentes secretos, mas ela é apenas uma sombra que fica atrás de um computador. Quando surge a chance de fazer um trabalho de campo, Susan agarra essa oportunidade com todas as forças, tentando mostrar todo o seu talento como espiã.

Vou ser honesta com vocês, eu queria ver esse filme, mas eu não estava esperando muita coisa dele. E ele correspondeu as minhas expectativas, o roteiro é fraco e previsível. Ele cumpre o que promete, distração e alguns risos. Poderia facilmente ser classificado como um filme de sessão da tarde, daqueles que você acaba vendo quando vai ao médico no meio da tarde. (Nossa, acho que estou um pouco amarga hoje, me desculpem).

Eu gosto muito da Atriz Melissa McCarthy, adoro essa parte cômica que ela tem. Acompanho sua atuação desde a série Gilmore Girls e ela vem evoluindo bem rápido. O filme ainda com a presença de Jude Law, Jason Statham, Rose Byrne, Allison Janney, Bobby Carnavale, Morena Baccarin. Quem achou Rose Byrne conhecida, pode ver o post sobre o filme Insidious is Insidious.

O diretor do longa é Paul Feig, que também dirigiu o filme As Bem-Armadas e Missão Madrinha de Casamento. São filmes bem mais engraçados que esse em discussão. Feig mostra que ama trabalhar com a atriz Melissa McCarthy. Como curiosidade, segundo o site do IMDB, Feig será o diretor do novo filme dos Ghostbusters, que deve ir para as telonas em 2016.

Resumindo, o filme serve para dar algumas boas risadas, mas no geral tem um roteiro bem simples e fraco. Eu amo os atores, mas eu acho que não vale a pena gastar seu tempo assistindo ao longa.

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Desejo a todos um outro filme e muita pipoca!

 

Amor Além da Vida!

Amor Além da Vida (What Dreams Make Come, 1998) conta a história de Chris Nielsen (Robin Williams)  e Annie (Annabella Sciorra), um casal que precisa lidar com a morte dos dois filhos. Eles estão tentando recomeçar a vida, mas um evento inesperado acaba trazendo mais dor e tristeza, como eles vão conseguir lidar com tudo isso? E até onde o amor pode nos levar?

Eu resolvi escrever sobre esse filme, porque gosto muito dele, só que eu resolvi fazer uma sinopse mais sucinta e mais genérica, porque se eu falasse mais, qual seria a graça de assistir ao filme? Eu vi uma sinopse que contava tudo, todos os acontecimentos importantes, achei isso uma indecência, porque acaba com o mistério e você já espera por todos os fatos!

O longa em questão é um drama muito bonito, não só porque ele trata da morte de uma forma poética, mas porque ele mostra como a falta de uma pessoa pode ser sentida de maneiras tão diferentes. Nós temos na nossa mente uma ideia de como tal fato pode nos afetar e esperamos que as outras pessoas sintam na mesma intensidade que você, mas nos surpreendemos quando nos deparamos com reações inimagináveis. A ausência temporária ou permanente do outro pode nos transformar de um jeito impressionante, mexendo com aquilo que acreditamos e testando nossa própria sanidade em relação aos fatos que estão se descortinando sob nosso olhos. Temos que ter paciência, principalmente para perceber que aqueles que ficaram precisam de todo o nosso carinho e amor.

O filme mescla conceitos espíritas e mostra que existe algo após a morte, mas de uma forma totalmente diferente. Céu e inferno não existem da forma que imaginamos desde nossa infância, o longa retrata um céu criado e transformado por nossos conceitos e pensamentos, por aquilo que acreditamos, assim como o inferno seria uma consequência de nossos atos, nós criaríamos nossa própria prisão, nosso inferno pessoal.

Temos a presença de Robin Williams, Cuba Gooding Jr. e Annabella Sciorra, todos eles com uma atuação maravilhosa. Fico muito triste em pensar que perdemos nosso querido Robin Williams no ano passado. Ele era um grande ator que fez filmes incríveis como Sociedade dos Poetas Mortos, Gênio Indomável, Patch Adams: O Amor é Contagioso, The Birdcage: A Gaiola das Loucas, Tempo de Despertar, entre tantos outros.

O diretor do longa é Vicent Ward, que por incrível pareça tem um currículo cinematográfico completamente desconhecido. Não adianta mentir, o fato é que eu nunca vi nenhum outro filme que ele tenha dirigido. No entanto, ele participou como escritor do roteiro de Alien 3 ( que por coincidência eu também não vi!).

Resumindo, o filme é bem dramático, mas é muito bom e lindo demais!Vale a pena assistir, isso eu posso garantir e se você for uma pessoa que chora fácil, então leve uma caixinha de lenços só pra garantir.

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Desejo a todos um bom filme e muita pipoca!!!!

Obs: O trailer está em inglês e sem legenda.

 

Álbum de Família!

Álbum de Família (August : Osage County, 2013) conta a história de três mulheres, Barbara (Julia Roberts), Ivy (Julianne Nicholson) e Karen (Juliette Lewis) que, após o desaparecimento do pai, precisam cuidar de sua mãe (Meryl Streep). Conflitos e segredos serão jogados a mesa sem nenhum pudor.

Esse final de semana foi o dia de assistir um drama, escolhi esse porque sou fã da Meryl Streep e da maioria dos atores que atuaram no filme, como Julia Roberts, Ewan McGregor, Chris Cooper e Benedict Cumberbatch. Com um grande elenco desses não teria como dar errado né? Só que deu e o bolo desandou todinho! Eu não sei dizer ao certo qual foi o problema do longa, ele não é ruim, mas faltou algum tempero. Sabe quando você resolve fazer o almoço de domingo, ai você escolhe os melhores ingredientes e no final o negócio fica insosso, sem gosto? Aconteceu exatamente isso com esse longa, os atores são bons, mas a condução do negócio ou o roteiro eram fracos demais.

Meryl Streep atuou lindamente, porque ela consegue interpretar qualquer papel e fazer isso de uma maneira tão suave e detalhada, que você não consegue comparar os seus personagens, eles são únicos e diferentes. Sabe aqueles atores que parecem fazer o mesmo personagem em todos os filmes? Bem, a Meryl Streep não tem esse problema!

Julia Roberts também atuou muito bem, ela deu um show! Por outro lado, os demais atores, embora fossem bons, acabaram desempenhando papéis fracos. Eles eram necessários para a composição do filme, mas nenhum deles se destacou tanto, em comparação do Meryl e Julia. Ainda contamos com a presença de Sam Shepard, Abigail Breslin e Dermot Mulroney.

O diretor do longa é John Wells, que não possui um currículo muito grande como diretor, mas que atuou muito na produção de séries como E.R (Plantão Médico) e SouthLand. Como curiosidade, George Clooney era o produtor do longa e quem sabe foi por isso que o filme não foi tão bom assim. Achei um padrão muito engraçado, nenhum filme que Clooney tenha trabalhado como produtor ou produtor executivo me agradou por completo, como Insônia, Caçadores de Obras-Primas, Os Homens que Encaravam Cabras, O Desinformante, Dizem por Aí, Syriana-A Indústria do Petróleo, e outros mais.

Resumindo, o filme é razoável, só vale a pena assistir para ver a atuação de Meryl Streep e Julia Roberts. É interessante ver no filme esses conflitos que existem em todas as famílias, o filme retrata muito bem isso, mas no geral é um pouco chato e arrastado.

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Desejo a todos um outro filme e muita pipoca!!!!

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