The Babadook (Dook Dook Dook)

The Babadook (2014) conta a história de Amelia (Essie Davis), que ainda sofre pela perda do marido.Ela tem que cuidar sozinha de Samuel (Noah Wiseman), seu filho. Certa noite, ele aparece com um livro chamado The Babadook, parecia um inofensivo livro infantil, mas se mostrou mais assustador do que se esperava. Agora nenhum dos dois consegue mais dormir, o que fazer?

Esse filme está disponível no Netflix e eu acabei vendo em um final de semana despretensioso, ao lado do meu marido, é claro, pois morro de medo de filmes de terror. Filmes assim eu não tenho coragem de ver sozinha. No entanto, o que tem de mais assustador nesse é a criança Samuel, que é um menino daqueles que não consegue parar um minuto quieto, está sempre assustando as outras crianças, não tem amigos e gosta de ficar aprontando. Olha, se você tem dúvidas se quer ter um filho, então veja esse filme, pois você também corre o risco de ter uma peste assim. Nem todas as crianças são fofas e quietas, essa por exemplo dá vontade de devolver pro Procon.

Eu tenho tido uma sorte de pegar uma sequência de filmes de terror extremamente fracos, estou impressionada comigo mesma. Esse é mais um com uma história razoável, que simplesmente resulta em nada e você simplesmente fica perdido. Tem como se assustar algumas vezes, meu marido, por exemplo, acabou de me dar um susto porque ele consegue fazer o barulho igualzinho ao Babadook. Tá doido, se ele continuar fazendo isso eu vou expulsar ele de casa, pois existe um acordo entre a gente, nada de me assustar antes, durante e principalmente depois de assistirmos filmes de terror. Regra simples que ele adora descumprir!

O elenco é totalmente desconhecido, eu até já vi outros filmes que a Essie Davis participou como o longa Austrália, mas não lembro de uma única cena em que ela tenha aparecido. Os principais atores do Babadook são australianos, mas todos tinham um sotaque bem britânico pra mim, jurava que o filme se passava na Inglaterra, não era não? Que confusão!

A diretora do longa é Jennifer Kent, também australiana. Como diretora ela só tem umas quatro coisas no currículo cinematográfico e nada que eu conheça. Ela trabalhou mais como atriz, mas nada muito conhecido também, tirando o filme Babe – O Porquinho Atrapalhado na Cidade.

Resumindo, eu diria que o longa é de razoável para fraco, porque ele tem uma ideia bem legal, mas deixa pontos completamente soltos e você fica em dúvida do que está acontecendo. O filme parece uma mistura boa que colocaram no forno e simplesmente solou.

Nota:star_rating_fullstar_rating_emptystar_rating_emptystar_rating_emptystar_rating_empty

 

Desejo a todos um outro filme e muita pipoca!

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *