Pássaro Branco na Nevasca!

Pássaro Branco na Nevasca (White Bird in a Blizzard, 2014) conta a história de Kat (Shailene Woodley) uma adolescente que da noite para o dia descobre que sua mãe (Eva Green) simplesmente desapareceu. No entanto, isso não a afetou tanto, pois o relacionamento com sua mãe nunca foi bom, mas parece que todos a sua volta estão diferentes. Para tentar lidar com os fatos seu pai (Christopher Meloni) a força a fazer sessões com uma psicóloga (Angela Bassett), mas ela prefere recorre ao sexo para abafar tudo o que está acontecendo em sua mente.

Na verdade, acho que não tenho muita coisa a dizer sobre esse filme,  estava disposta a ver mais uma atuação de Shailene e me deparei com esse longa, que não deve ter ido aos cinemas, pelo menos aqui no Brasil. O filme é bem morno com um final razoavelmente bom. Shailene Woodley pode ter feito filmes grandes como Divergente, A Culpa é das Estrelas, entre outros, mas nesse filme eu achei a atuação dela sem sabor. Talvez o objetivo dela era parecer distante, vazia, sem sentimentos, alheia ao mundo e com diálogos sem graça. Bem, se assim for ela conseguiu.

A atuação em destaque foi a de Maloni e de Green, que fizeram cenas muito boas. Maloni conseguiu sair de Law & Order e interpretar um pai doce que se vê desiludido e completamente perdido sem sua esposa.  No entanto, foi de Eva Green que eu realmente gostei, pois apenas com o olhar ela conseguia transbordar todo o desprezo e revolta de estar casada com um homem que não ama, morando em uma casinha no subúrbio e de quebra ainda ter uma filha adolescente que a cada dia rouba um pedacinho de sua juventude.

Ainda contamos com a presença de Thomas Jane (Leia sobre O Nevoeiro) no papel de policial que investiga o sumiço da mãe de Kat e com a atriz Gabourey Sidibe, que faz a amiga adolescente. Para quem não lembra de Gabourey ela era a protagonista do filme Preciosa.

O diretor do longa é Gregg Akari e sendo honesta eu nunca vi nenhum outro filme dele. Sinceramente, eu vou tentar não me basear nesse longa em questão quando tiver a oportunidade de ver outros filmes dele.

Resumindo, o filme é fraco, com um desfecho que é ao mesmo tempo previsível e de certa forma surpreendente, mas surpreendente no sentindo de falar: “Olha só, que coisa!”. Como o longa tem como época o final dos anos 80 então o figurino e a trilha sonora são boas e condizentes. Tirando isso, você pode escolher outro filme melhor para ver ou assistir esse se nada mais estiver passando na tv.

Desejo a todos outro filme e muita pipoca!

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