Um Sonho de Liberdade

Hoje eu vou comentar sobre um filme que dois amigos meus do trabalho estão me cobrando há semanas, até a amiga do trabalho do meu marido quer um comentário sobre esse filme. Embora o longa Um Sonho de Liberdade (The Shawshank Redemption) seja de 1994, eu ainda não tinha visto. Era aquela coisa, eu coloquei na minha lista do Netflix e nunca tinha vontade de ver o bendito, mas por boas recomendações eu resolvi assistir.

O filme conta a história do banqueiro Andy Dufresne (Tim Robbins) que foi acusado de ter matado, a tiros, sua mulher e o amante dela. No entanto, ele declara que não cometeu esse crime e se julga totalmente inocente, mas todas as provas estão lá contra ele. A justiça o condenou a prisão perpétua em um dos locais mais rigorosos que existiam no Maine (Estados Unidos), a Penitenciária Estadual Shawshank. A história realmente começa quando ele passa pelos altos muros rumo a uma vida que jamais imaginou que um dia pertenceria a ele. Na prisão ele tem que lidar com Warden Norton (Bob Gunton), um diretor extremamente rigoroso e que usa a religião como alicerce de seu comando e Red (Morgan Freeman), um homem que é mais comerciante, que prisioneiro.

O longa é baseado em um romance de Stephen King chamado “Rita Hayworth and Shawshank Redemption“. Eu achei esse fato bem interessante porque quando eu penso em Stephen King, eu imagino livros e filmes de terror, mas ele foge ao esteriótipo horripilante nesse longa e no filme À Espera de um Milagre, que coincidência ou não, foram feitos pelo mesmo diretor Frank Darabont. Darabont, que dirigiu Cine Majestic, também foi responsável pela direção do inesquecível primeiro episódio da série The Walking Dead, embora, como escritor, tenha atuado simplesmente na criação de todas as temporadas da série. Ele também fez pequenas participações como escritor em filmes como a Bolha Assassina e na série Contos da Cripta.

Eu confesso que tenho uma certa implicância com o ator Tim Robbins. Eu sempre o considerei um ator mediano demais e um pouco sem graça, com aquela  mesma cara e o mesmo jeitinho de sempre. Sinceramente, a atuação dele nesse filme não chegou a me surpreender, ele se limitou ao trabalho que tinha que fazer, nada mais. Na minha opinião outros atores ficariam melhores no papel de protagonista. Uma curiosidade que eu li no site Omelete é que outros atores haviam sido escalados para o papel de protagonista do longa, como Tom Hanks, Kevin Costner, entre muitos outros. No entanto, Hanks não pôde fazer pois já estava comprometido com Forrest Gump – O Contador de Histórias e Costner estava fazendo WaterworldO Segredo das Águas (Site Omelete). Diante dessas informações, se isso realmente ocorreu, talvez tivesse sido mais jogo o diretor adiar um pouco o filme para esperar que o ator que mais lhe aprouvesse estivesse disponível, em vez de aceitar faze-lo com alguém que não era exatamente o que havia imaginado.

Quanto ao Morgan Freeman, eu o considero um grande ator, dificilmente você vai ver um filme que a atuação dele seja ruim. Ele consegue trazer mais sabor e um tipo de Humor que não agride e que torna tudo mais fluido e leve.

Resumindo, o filme é bom, a história é bem elaborada e intrigante. No entanto, na minha opinião, o longa pecou ao ter Tim Robbins como protagonista, mas tirando isso, todo o resto possui sincronia e dinâmica.

Desejo a todos um bom filme e boa pipoca!

Nota: star_rating_fullstar_rating_fullstar_rating_fullstar_rating_emptystar_rating_empty

(Segue trailer, infelizmente, em inglês e sem legenda.)

Um Comentário

  1. […] O diretor é Josh Boone, que possui um curriculum bem curtinho. Ele também fez o filme Ligados pelo Amor, de 2012. No entanto, o site IMDB já anunciou o filme Lisey’s Story, que deve estrear nesse ano de 2015, o longa é baseado em um livro homônimo do Stephen King. O mais impressionante é que eu nem sabia que tinha tantos filmes baseados em obras do King, agora eu o vejo em todos os lugares! I see Stephen King, All the time!!!! (Leia sobre O Nevoeiro, Instinto Secreto e Um Sonho de Liberdade) […]

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