Kamisama Hajimemashita!

Kamisama Hajimemashita(2012-2015) é um dos animes que eu mais gosto e toda vez que eu me lembro dele tenho vontade de assistir novamente. A história é sobre uma menina chamada Nanami Momozono, ela é uma adolescente e se vê sem casa, pois seu pai torrou todo o dinheiro em jogos e dívidas. Entretanto, um belo dia ela acaba salvando um homem de um cachorro “feroz” e ele resolve ajudá-la dando um lugar para ela morar. A questão é que esse homem a transforma em uma deusa e o lugar para morar é um templo. Então imagina só a confusão, porque ela precisa cuidar do lugar ao mesmo tempo que está sempre em conflito com o yokai Tomoe, que é o espírito que deve servir e proteger a deusa.

Esse anime é baseado no mangá Kamisama Kiss ( 2008-2016). Eu não li o mangá, mas eu posso garantir que o anime vai tirar muitas risadas do seu rosto, porque a protagonista é muito enrolada o que deixa tudo mais engraçado.

Ele é bem curtinho, a primeira temporada (2012) possui 13 episódios e a segunda temporada (2015) possui 12 episódios. Então dá pra ver bem rapidinho e ainda te deixa com gostinho de quero mais.

O diretor é Akitaro Daichi, que fez trabalhos como Poyopoyo Kansatsu Nikki (2012), que eu amo também.

Resumindo, esse anime é muito bom, leve e engraçado. Vale a pena assistí-lo, pois ajuda a desanuviar a mente depois de um longo dia de trabalho ou a trazer mais diversão para o seu fim de semana.

Nota:

Desejo a todos um bom anime e muita pipoca!!!!

 

Dark!

Dark (2017) se passa em uma cidade pequena da Alemanha, em que acontece o desaparecimento de algumas crianças. Essa confusão não é algo simples e várias famílias da cidade possuem segredos e problemas que vão se entrelaçando ao longo dos episódios.

Essa série Alemã da Netflix tem feito muito sucesso, por isso eu resolvi falar um pouco sobre ela. Acabei assistindo sozinha, porque meu marido não ficou empolgado e todas as vezes que eu comentava, a cabeça dele embaralhava todinha. A série é bem confusa e precisa de tanta atenção, que eu quase fiz um desenho no papel para não me perder. Assim, como o próprio trailer mostra, a série apresenta o tempo como algo circular, então você acaba se perdendo em como as coisas acontecem, pois não é linear, como temos o costume de ver.

Todas as cenas são lindas, pois a fotografia da série é incrível. Ela ainda possui uma atmosfera envolvente e sinistra, que não é retratado apenas pelos cenários como pela trilha sonora também.

Eu não conheço nenhum dos atores que fizeram a série, mas eu digo que todos trabalharam muito bem. Contamos com a presença de Oliver Masucci, Jördis Triebel, Karoline Eichhorn, Stephan Kampwirth, Maja Schöne, Louis Hofmann, Andreas Pietschmann, Deborah Kaufmann, Walter Kreye, Tatja Seibt, Moritz Jahn, entre tantos outros. Esses foram a lista dos atores principais, mas existem muito outros atores que participaram dessa série e vocês podem conferir essa lista no site do IMDB.

O diretor da série é Baran bo Odar. Como roteiristas temos Jantje Friese, Martin Behnke, Ronny Schalk, Marc O. Seng e o próprio Baran bo Odar.

Resumindo, a série é boa e vale a pena ser assistida. Como a trama é bem elaborada, fiquem muito atentos a todos os detalhes, se não vocês vão embolar as suas mentes!

Nota:

Desejo a todos uma boa série e muita pipoca!

 

 

Jogo Perigoso e 1922!!!!

Resolvi colocar esses dois filmes juntos porque eles possuem algo em comum, nesse caso é o fato de ambos serem baseados em obras do Stephen King.

Jogo Perigoso (Gerald’s Game, 2017) conta a história de um casal que tenta recuperar o casamento indo passar um tempo em uma casa de campo. Só que o marido resolve apimentar mais a situação algemando a esposa na cama, no entanto, nada disso dá certo e no meio da discussão ele tem um ataque cardíaco. Agora ela precisa pensar em como vai se soltar, pois não existe ninguém que possa ajudá-la.

1922 (2017) conta a história de uma família que vai morar numa zona rural, pois a mulher recebeu o terreno como herança. Entretanto, ela quer vender a terra para voltar a morar na cidade. Depois de tanta insistência, o marido resolve jogar o filho adolescente contra a mãe e os dois arquitetam um plano para matá-la, já que essa seria a única solução para os dois continuarem com a terra.

Como eu já disse no post de It: A Coisa, eu não gosto tanto de ler os livros do Stephen King, mas eu aprecio os filmes baseados nas obras dele. Eu tenho uma grande admiração por esse escritor, pois eu gostaria de fazer tanto sucesso quanto ele faz. Você não tem ideia de quantos filmes e séries foram baseados em seus livros, é uma quantidade absurda.

Jogo Perigoso e 1922 são longas bons e os dois convergem numa mesma vertente psicológica. Todos os dois são pontuados por eventos grandes e dramáticos, que acabam levando a uma situação de estresse e paranóia tão grande que nem você e nem o protagonista conseguem distinguir o real do imaginário. E isso é muito bom, porque o medo vive no consciente da pessoa e Stephen King sabe cutucar esse medo com primazia. Eu não diria que estes filmes em questão seriam assustadores, mas com certeza mexem com sua mente e levam a certos questionamentos.

O primeiro longa conta com a presença de Carla Gugino, Bruce Greenwood e Carel Struycken. O segundo longa conta com a presença de Thomas Jane, Molly Parker, Dylan Schmid, Kaitlyn Bernard, Neal McDonough e Brian d’Arcy James. Eu diria que todos fizeram um bom trabalho, mas a atuação de Thomas Jane foi excelente, sendo difícil dizer que ele é o mesmo ator que fez a série Hung e o filme O Nevoeiro.

Jogo Perigoso teve Mike Flanagan como diretor e roteirista, enquanto o longa 1922 teve Zak Hilditch.

Resumindo, eu diria que os dois filmes são bons e que valem a pena serem assistidos. A Netflix tem arrasado em suas produções!

Nota:

Desejo a todos bons filmes e muita pipoca!!!!

 

Aquarius!

Aquarius (2016) conta a história de Clara (Sônia Braga), uma senhora de 65 anos, que não quer vender seu apartamento a uma construtora.

Eu já tinha visto esse filme há algum tempo e estava com muita vontade de escrever sobre ele. Eu confesso que não vejo muitos filmes brasileiros, porque normalmente o tema não me atrai, só que esse despertou meu interesse. O longa possui uma trilha sonora muito boa, as cenas passam uma serenidade e uma leveza muito grande. A maioria das películas brasileiras ficam concentradas em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, mas aqui a história se passa em Recife, o que eu achei um diferencial bem bacana.

Clara é uma mulher que já passou por muita coisa na vida, ela é uma jornalista aposentada, viúva, que sobreviveu a um câncer e ainda possui três filhos. Ela chegou em uma fase que todos nós gostaríamos de chegar, pois dinheiro não é um problema e todos os filhos já estão criados, o que mais ela pode querer da vida? Ela quer permanecer  naquele apartamento durante sua velhice, porque nenhum outro local possui a história e o sentimento que aquele lugar trouxe e ainda traz a ela. Até o ar flui agradavelmente pelo ambiente, trazendo um frescor inimaginável e cada objeto possui sua própria nostalgia impressa. Ela não precisa morar ali, mas é ali que ela quer viver!

Sabe o que é engraçado? Esse filme recebeu muitas críticas, mas não pela arte em si e sim pela filiação partidária de quem produziu. Eu acredito que independente da pessoa por traz das câmeras é inegável que essa é uma bela obra.

Contamos com a presença de Sônia Braga, Irandhir Santos, Maeve Jinkings, Humberto Carrão, Carla Ribas, Buda Lira e Fernando Teixeira. Embora todos tenham feito um excelente trabalho, Sônia Braga é a grande musa do longa, tendo toda a atenção em torno da atuação dela, que é simplesmente incrível. Ela mostra que a sensualidade e a sexualidade independem da idade.

O diretor e roteirista do longa é Kleber Mendonça Filho.

Resumindo, esse filme é uma bela obra, que traz um frescor muito grande, como se também fizéssemos parte daquele apartamento. Vale a pena assistir.

Nota:

Desejo a todos um bom filme e muita pipoca!

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